O que você já sabe?

Quero (re)unir nossos (pre)conceitos, conceitos positivos. Que transmitem epifanias e (des)ilusões, que transbordam um rio de neurônios, ou evapora um rio físico. Quero que tudo seja analogia, quero que tudo tenha duplo sentido, sentido figurado, quero mesmo que as figurinhas nunca sejam repetidas. E é por isso que tudo o que você lê aqui tem sentido. Os neurônios gostam de transbordar por aqui. E isto não é bom.
Aceitar é um verbo infantil, significa que só crianças podem usar. Aceitar não é normal para adultos, adolescentes, pré-adolescentes, ou qualquer outra classe de pecadores. Não escrevo para que você aceite, escrevo para te entender. Troco minhas palavras pela sua personalidade. Não é de hoje que penso nisto.
Quero que você pense no que está lendo. Não seja criativo ao ler, é desperdício. Assim chegamos a seguinte  conclusão: te entender não é me entender, tampouco entender meus dizeres. Estes não passam de testes de personalidade. Sua aceitação é uma questão de reflexos. Sua história entra em jogo. Te confundir é pleno, e quando não consigo é culpa de seu raciocínio. Como diria alguém que não é importante para vocês: Resolvi aderir as pretensões deste mundo onde se desligar é o melhor remédio.

Que tal ler tudo como se fosse nada?